4 de outubro de 2017

O que é fiscalizar o exercício da profissão contábil para a Chapa 2

A Lei nº 5.730/71, ao incluir o parágrafo único no art. 7 do Decreto-Lei nº 1.040/69, disse que a receita dos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade só poderá ser aplicada na organização e funcionamento de serviços úteis à fiscalização do exercício profissional, bem como em serviços de caráter assistencial, quando solicitados pelas entidades sindicais.

Fiscalizar o exercício profissional, segundo os membros da Chapa 2 CRCRS, não se limita apenas a verificar se o profissional está atuando de forma ética e legal, mas vai muito além. Engloba também outras medidas como atuar na proteção do campo de trabalho dos contadores e técnicos em contabilidade contra o avanço de leigos, criando mecanismos de proteção para o campo profissional.

Fiscalizar o exercício profissional não é somente estar centrado no que foi executado. O conselho profissional tem a obrigação de manter uma estrutura que ofereça condições para que o profissional execute bem as suas tarefas e que esteja a par dos procedimentos técnicos para que não incorra em erros. 

Com base nestas premissas, e, em especial, na fiscalização preventiva, os membros da Chapa 2, que concorrem às eleições do CRCRS deste ano, incluíram uma série de ações em seu plano de trabalho. Entre estas ações, a Chapa 2 irá disponibilizar aos profissionais: um departamento de consultoria, para sanar as suas dúvidas em relação a assuntos contábeis ou tributários necessários às atividades do dia a dia; um informativo contábil/fiscal/tributário básico, que irá orientar sobre mudanças nas leis e nos procedimentos legais; e, ainda, um gabinete de apoio institucional para o profissional em trânsito, a fim de solucionar pendências junto aos setores públicos.

Além destas ações, com foco na fiscalização preventiva, os membros da Chapa 2 irão mudar o modelo dos cursos oferecidos aos profissionais, os quais passarão a ter caráter gratuito e terão por objetivo o aprendizado na prática, com uma atenção especial aos profissionais do interior, sempre voltados ao aprimoramento do conhecimento e à recolocação dos colegas no mercado de trabalho. 

Desta forma, os profissionais contábeis terão no seu Conselho um grande aliado, que efetivamente oferecerá serviços úteis, prestando o suporte e a assessoria que a profissão tanto necessita para o seu desenvolvimento.

Para a Chapa 2, os quase 30 milhões de reais arrecadados por ano com as anuidades devem ser aplicados em serviços de utilidade à profissão; não em viagens, estadias e reuniões, em transferências para a FBC e a ABRACICON, ou, ainda, em outras atividades, que nada acrescentam à profissão contábil

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