6 de abril de 2026

A Previdência Social está mesmo quebrada?

Neste Conversando sobre Contabilidade, o Contador Professor Salézio Dagostim comenta sobre a questão do alegado déficit da Previdência Social. No início de março deste ano, o Ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, em entrevista ao Podcast do Correio Brasiliense, afirmou que a Previdência Social está quebrada. A Previdência tem 58 milhões de contribuintes que pagam a contribuição e 34 milhões que recebem. A relação é de 1,7. A Previdência já chegou a ter uma relação de 14 por 1. Na opinião de Dagostim, não é bem assim que funciona, pois essa é uma questão de se aplicar os preceitos contábeis adequadamente.


30 de março de 2026

As demonstrações contábeis que deveriam ser divulgadas, na opinião do Contador Salézio Dagostim

Neste Conversando sobre Contabilidade, o Contador Professor Salézio Dagostim salienta que nem todos os elementos extraídos das demonstrações contábeis deveriam ser divulgados externamente. Para Dagostim, apenas três demonstrativos devem ser divulgados obrigatoriamente pelas pessoas jurídicas, a saber: balanço patrimonial, demonstrativo econômico e mutação do patrimônio líquido. 


23 de março de 2026

Como calcular o ponto de equilíbrio econômico

Neste Conversando sobre Contabilidade, o Contador Professor Salézio Dagostim responde como calcular o ponto de equilíbrio econômico de uma empresa, evitando que ela tenha prejuízo. 


9 de março de 2026

A contabilidade é um campo de estudo com foco no patrimônio monetário das pessoas

Quando algo acontece conosco, e não gostamos do ocorrido, contestar apenas sobre o fato nem sempre é a melhor alternativa. Precisamos refletir sobre este acontecimento para que ele não torne a ocorrer. 

Estamos nos referindo à manifestação recente do Ministro da Fazenda, Senhor Fernando Haddad, nas redes sociais, de que “você entra numa empresa hoje brasileira, tem mais contador que engenheiro, essa é a realidade do Brasil. O melhor está por vir, a partir do dia 1º de janeiro de 2027 entra em vigor a maior reforma tributária já feita, será um IVA 100% digital e você terá uma desoneração de encargos e serviços contábeis para fazer a contabilidade da sua empresa como se nunca viu no Brasil”.

As entidades da classe contábil (sindicatos e conselhos) publicaram diversos protestos nas redes sociais em função da declaração "você entra numa empresa hoje brasileira, tem mais contador que engenheiro".

Ao afirmar isso, o Senhor Ministro da Fazenda prova uma certa falta de preparo, não por ofender a profissão contábil em si, mas por perder de vista que, em uma empresa, cada profissão desenvolve uma atividade específica, e, dependendo do local em que atua o profissional, haverá mais profissionais de uma área que de outra. Se afirmarmos, por exemplo, que há, em uma empresa de engenharia, mais engenheiros do que contadores, esta é uma afirmativa verdadeira. Assim como é verdadeiro dizer que em um escritório de contabilidade há mais contadores do que engenheiros. Portanto, o que foi dito não é, de forma alguma, motivo para ofensa.

No nosso entender, o Ministro da Fazenda não teve a intenção de desvalorizar os serviços dos contadores, tampouco de ofendê-los. O que deveria preocupar as entidades contábeis não é a afirmativa de que as “empresas brasileiras tem mais contadores do que engenheiros”, mas a de que “será um IVA 100% digital e você terá uma desoneração de encargos e serviços contábeis para fazer a CONTABILIDADE da sua empresa como nunca viu no Brasil”. Esta colocação é que precisa ser revista, pois o Senhor Ministro usa o termo “contabilidade” para se referir aos serviços de registros fiscais, enquanto o correto seria dizer que se “terá uma desoneração de encargos e serviços contábeis para fazer os registros fiscais” (e, não, “para fazer a contabilidade”). 

O uso indevido do termo “contabilidade” para identificar o setor de registros fiscais que integra o patrimônio dos agentes econômicos e sociais não é culpa do Ministro, mas de quem deveria proteger e fiscalizar a profissão e não o faz, do Conselho Federal de Contabilidade. Estamos acostumados a escutar pessoas utilizando o termo “contabilidade” como se fosse uma técnica de fazer registros. Contabilidade, por fim, passou a identificar qualquer coisa, menos o campo de estudo do contador. Chega-se até mesmo a “contabilizar” mortes, acidentes, volume de chuvas, prejuízos etc. Então, de quem é culpa pelo uso inadequado do termo “contabilidade”? Façamos a devida reflexão...

O Conselho Federal de Contabilidade não deveria se sentir ofendido quando o Ministro da Fazenda afirma que nas empresas há mais “contadores que engenheiros”, mas deveria se preocupar sempre que alguém divulga, nos meios de comunicação, que o escritório faz contabilidade online. Isso, vindo de um profissional contábil e aceito pelos pares e pelo órgão que fiscaliza a profissão, é que deveria ser motivo de preocupação. Usar o termo “contabilidade” como se ela fosse uma técnica de fazer registros fiscais, de forma online, é inadmissível.

Há aqui uma verdadeira inversão de valores. O Conselho Federal de Contabilidade, enquanto órgão público federal, deveria dar mais atenção para a área contábil. Deveria fiscalizar o uso inadequado do termo “contabilidade”, além de  orientar a sociedade, através de uma campanha publicitária, sobre o seu conceito e uso corretos. Contabilidade é o campo de estudo do contador, com foco no patrimônio monetário das pessoas físicas e jurídicas. 

27 de fevereiro de 2026

Ganho de capital na venda de veículo - Imobilizado

Neste Conversando sobre Contabilidade, o Contador Professor Salézio Dagostim responde se o contador pode usar a tabela Fipe para apurar o ganho de capital se a empresa apura o seu lucro pelo lucro presumido.

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18 de fevereiro de 2026

A CVM precisa assumir a sua responsabilidade enquanto órgão fiscalizador das companhias abertas

Neste Programa Economia & Desenvolvimento, o Contador Salézio Dagostim salienta que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) precisa assumir a sua responsabilidade enquanto órgão fiscalizador das companhias abertas. Para Dagostim, a CVM não pode apenas confiar nos auditores contratados pelas empresas. A legislação precisa examinar a questão e estabelecer as responsabilidades.

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10 de fevereiro de 2026

O empreendedor precisa conhecer as responsabilidades envolvidas antes de constituir a pessoa jurídica

Neste Programa Economia & Desenvolvimento, o Contador Salézio Dagostim explica por que os empreendedores, antes de abrirem a sua pessoa jurídica (empresa, sociedade etc.), precisam conhecer as suas obrigações junto ao Fisco, além das responsabilidades e meandros que envolvem aquele ramo de negócio ou atividade.

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